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domingo, 19 de setembro de 2010

Na mesa, os livros
me oferecem consolo.
(Caio Fernando)

Insano

Eu tenho a pedra filosofal!!!
Eu tenho uma árvore que "dá" dinheiro!!!
(by Bibo)

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

A verdade é o avesso...

Um piano, num dia qualquer...

Às vezes eu queria estar morto...
Eu olho pra cima e,
de repente, um piano cai,
um sofá, uma mesa...
Tem sempre um treco caindo no meu caminho!!!
Eu vou ficar bem:
é por isso que os deuses fazem outros dias.

sábado, 14 de agosto de 2010

Joguem em mim os seus
próprios pecados como pedras!!!

sábado, 24 de julho de 2010

Pobre é o homem cujos desejos
dependem da aprovação de outrém.
(Lenny Kravitz)
(Original: Poor is the man
Whose pleasures depend
On the permission of another.)

O erro de Galileu


Galileu se enganou:
a Terra é quadrada
e vamos cair num abismo!!!

JUÍZO DE ENTENDIMENTO E JUÍZO DE VONTADE


Deus permite as injustiças no mundo para a inocência ter coroa e a imortalidade, prova.

O juízo dos homens é mais temeroso que o juízo de Deus. Quem primeiro entendeu essa verdade foi o profeta David, quando disse: ´Senhor, julgai-me vós e decidi a minha causa´. Mais adiante, acrescentou David: ´Julgai-me vós, Senhor, livrai-me de me julgarem os homens´.

Cinco razões demonstram ser o juízo dos homens mais temeroso que o juízo de Deus:

1ª) Deus julga com o entendimento, os homens julgam com a vontade (o entendimento acha o que há, a vontade acha o que quer). Em Deus, o entendimento julga, a vontade dá; nos homens, a vontade serve para dar e serve para julgar. Pilatos declarou a inocência de Cristo e devolveu as acusações ao juízo da vontade de Caifás. Como Cristo foi julgado no juízo de vontade, logo Lhe acharam causa para O crucificar;

2ª) no juízo de Deus geralmente basta só o testemunho da própria consciência, no juízo dos homens a própria consciência não vale como testemunha. Os homens vêem só os exteriores, porém Deus penetra os corações. José era inocente e a egípcia, a culpada. Mas a culpada mostrava os indícios na capa, e o inocente tinha as defesas no coração. Ela então triunfou e ele padeceu;

3ª) no juízo de Deus as nossas boas obras defendem-nos, no juízo dos homens o maior inimigo são as nossas boas obras (um grande delito muitas vezes acha piedade, mas um grande merecimento nunca lhe falta a inveja); Saul condenou tantas vezes David à morte, porque se cantava nas ruas de Jerusalém ser David mais valente que Saul, pois David tirou o prêmio de matar um grande gigante com uma pedra;

4ª) Deus julga os pensamentos, mas os conhece, os homens não podem conhecer os pensamentos, mas os julgam (nunca passou pelo pensamento de José atrever-se à honra de seu senhor);

5ª) Deus não julga senão no fim, os homens não esperam pelo fim para julgar. Embora conhecendo os futuros, Deus jamais julgou nem condenou a ninguém senão depois das obras. Para o juízo de Deus, a certeza do futuro não basta para o castigo e basta a emenda do passado para o perdão.

Padre Antônio Vieira in ´Sermão da segunda dominga do advento´ (Sermões – volume I. Porto - Portugal: Lello & Irmão Ed., 1959, p. I/159).


EU QUERO CORRER NÚ
SOB UMA TEMPESTADE!!!

terça-feira, 15 de junho de 2010

"Ao vencedor, as batatas!!!"
Machado de Assis, em Quincas Borba